Sim, a escolha foi difícil, e sim, há muitas outras com maridos de fazer o Tio Dolce salivar e a Bichana suspirar languidamente. Mas a grande fofa da nossa Maga Escatológica, que em breve voltará ao sentido literal do seu célebre título (vem aí mais prole, pronta a rechear novas Dodots de belas maravilhas) ganhou-lhes aos pontos, pois desposou um volumoso humanóide digno de nota. Ficámos tão contentes por descobrir este espécime de Neandertal! Atentem, suaves Leitores, na saliência supraciliar, na adorável monocelha, nos olhitos babuínicos chegados ao centro, no amoroso narigão abatatado, nas presas reveladas num esgar de predador saciado, na retinta capa capilar a recobrir o torso todo... Oh, uma verdadeira delícia! Não é à toa que a querida lhe chama "bicho"...
Como é belo o amor! O Tio Dolce até fica logo com uma lágrima no canto do olho, especialmente nesta versão heterossexual tão pitoresca. Calculem que estes amorosos nem precisam de laboratórios para se reproduzirem! Aquilo é tudo doméstico e séptico, ali em plena caverna, ao fim da telenovela, entre miasmas e urros da filharada que entretanto já se amontoa pelos vários compartimentos! E pensar que os exemplares masculinos da descendência deste garboso casal são a cara chapada do orgulhoso pater... À Bichana até lhe ocorre, entre risos, que se muitos casais merecem subsídios de reprodução, outros deviam era ter multas! Mas não liguem à Bichana, que é uma viperina com mau acordar e pior ressacar. Já o Tio Dolce ADORA este casal, sobretudo o macho, hirsuto e possante, um autêntico bear! Hooray!
Sempre vossos,
Dolce e Bichana










