Eis que descobrimos um novo fenómeno blogosférico - viva! Não que tenha muitos seguidores, ou visualizações, ou comentários. Não, não, não. O que esta querida - auto-intitulada de
A Menina das Sardas - tem é uma língua muuuuuuuito porquita, tão porquita que faz lembrar um esgoto, a amorosa! Mas vamos por partes. Estava o Tio Dolce embrenhado na leitura da primeira edição de
Kritik der praktischen Vernunft (1788), de Kant, ao som do 1º andamento (Molto Allegro) da 40ª Sinfonia de Mozart, quando a Bichana o interrompeu com esta descoberta, arrancando-o abruptamente da sublime dimensão em que pairava para a lama mais abjeta da expressão humana. Lama, sim, estimados leitores! Hoje o nosso
post é um autêntico episódio de
mud-wrestling mas com uma só sujeita no
ring. Aqui está ela, a exibir a retaguarda, como é mote deste tipo de fêmeas salivosas e hormonais:

Desculpe, com TPM? Sim, este exemplar do género feminino não nos poupa a este tipo de detalhes. TMI, nós sabemos, mas que querem? É ler a apresentação que ela nos oferece, um autêntico achado literário que dispensa comentários:
Pois esta jóia toma-se por jornalista. Diz que escreve numa folheira de couve lá para os confins do mapa - Guimarães ou Trofa ou Fafe ou algo assim. E olhem que, se ela usar da verve que imprime aos posts do blog,... temos jornalista!
Sua querida, chegue-se aqui ao pé de nós que lhe vamos dar a solução para o seu mal. Vá ao seu pasquim e ponha um anúncio nos classificados: "Ruiva de coxa fina e buço forte... etc... procura parceiros... etc... para isto e para aquilo... etc, etc." Pode pôr a fotografia ali de cima e vai ver: será sucesso garantido! Afinal, a profissão que escolheu também não está muito longe disso, pois não? Ora leiam mais esta pérola vernácula, em que a pobre se queixa amargamente da sua sorte:
Oh, se a compreendemos! A querida é uma pobre vítima. Uma vítima de saias: saias, calções e vestidos, sublimes e chiquérrimos, da Primark (como o de baixo, mostrado yet again de traseiro) e sapatos do chinês. Ora vejam-na a passar modelitos junto ao Centro de Dia de Vila Nova de Famalicão:
Como diz? A Andreiazita dear anda de sapatões whorish-chic? Mas o que é que não entende, afinal? Desculpe, agora fomos nós que não entendemos o que a querida entendeu que nós entenderíamos. Adiante, portanto. Além dos sapatões de 18 cms e dos maravilhosos outfits da Primark, a mega-querida usa também... lantejoulas! Sim, muitas, sempre, yeaaah! Mas, como acontece não raras vezes a estas mulheres com aspecto de Rue Pigalle, ela é... MÃE. Uma honrada e casada e pindérica mãe de família ("na boa"), que veste as filhas "como se fossem a um casamento" (a jóia lá saberá o que isto quer dizer):
Olhe, estamos sem fala. Que injustiça chamarem-na a si e às suas filhas de "pirosas" e "pindéricas"! Como é possível? Claro que essas opiniões só podem vir de gente "o mais básico possível". Nós concordamos. Ei, mas como é que a Menina das Sardas afinal trata as ditas filhas? De "gajas" para baixo? Ui, mas isso é horrííííííííííívelmente básico. Basicamente.
Ouça, ofereça-nos um bilhete para longe de si e tem dois amigos para a vida! A sério. A querida Diarreia-Andreia é boa demais para nós. Como diz? Que sim, que sabe que é boa, mas também reivindicativa, e contestatária, e feminista?

Sua querida, escute. Quem apregoa que pode ser comprada com uns Louboutin não merece grande crédito, pois não, sua fofa? Senão vejamos: Louboutin (e outros ícones de novo-riquismo) + Diretor (ou chefe, boss, supervisor, capataz) + Flausina-"pindérica-com-sorriso-maroto" = ... VOCÊ-SABE-O-QUÊ. E o grunho lá do seu escritório que lhe quis lamber o clítoris (palavra esdrúxula, Srª jornalista wannabe) também sabe - e muito bem. É que não há volta a dar! Ah, só uma coisa para terminar: a única dúvida com que ficámos foi o dizer-nos que agradece o café e diz bom-dia e boa-tarde. Hmmm, sua marota, pela educação e nível de linguagem que demonstra aqui, permitimo-nos duvidar. Feitas as contas, já percebemos o seu alegado e badalado sucesso junto do sexo oposto. É que a rica lembra-nos aquele provérbio: o de que os homens não gostam de comer lagosta sempre, pois enjoa; às vezes, sabe-lhes bem uma sardinhazita. Como a menina. Sardinha das sardas - ou será sardinha das sardinhas?
Sempre vossos,
Dolce e Bichana